Para ler ouvindo Paciência - Lenine .
A gente é acostumado a buscar razões. Razões de porque a pessoa que a gente ama, também não nos ama. A razão de por um motivo tão simples uma amizade de tanto tempo e tão intensa, esfriar um pouco. A razão de uma amizade tão construtiva se separar por um tempo simplesmente porque um está a espera do outro ligar, mandar uma mensagem, simplesmente perguntando se está tudo bem. A razão de uma tristeza boba porém intensa que invade o seu dia de pura alegria. Sorrisos, lágrimas. As perguntas, as respostas. Confesso que não gosto muito de repetir palavras no texto, fica meio cansativo, não é?
A razão.
Mas ás vezes é necessário repetir, talvez para buscarmos a compreensão verdadeira. Mas nem sempre ela chega e em seu lugar, vem o tormento. Qual é a razão de você não ser mas meu amigo? Qual é a razão de você ter se tornado mais amiga dele do que eu, se sempre fui a "amiga preferida"? Qual é a razão da sua alegria se eu estou tão triste? Qual é a razão da minha imaginação não ser real?
Talvez as pessoas acham que se soubessem o porquê ficariam melhores, mas isso talvez nem importe tanto. Penso que o diálogo é a base de tudo, mas também é necessário a compreensão, o se colocar no lugar do outro. Entender os sentimentos deles. Não se deixem abater por bobeira, existem pessoas passando fome no mundo. Não deixe seu amigo triste, antes dele chorar, faça-o sorrir. Antes de amar infinitamente o outro, ame a si mesmo, se respeite e ame o próximo como a si mesmo. Esteja bem se estiver sol, chuva ou nublado pois quem te vê, te vê sorrindo, e deve ser sempre assim. Não apoie o fato da sua felicidade, no outro, sorria em todos os momentos por ser quem você é, por ser único no mundo em essência, por ser insubstituível. E não se importe tanto com as razões, talvez elas nem farão tanta diferença; e também não continue sofrendo pelo que aconteceu no passado ou ansioso pelo que ainda vai acontecer.
Se preocupe unicamente com o agora e torne-o o melhor momento de sua vida.
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